O ALBUM
MADALENA
MADALENA é o primeiro álbum de Luna Di, escrito entre 2022 e final de 2023, produzido e lançado no dia 31 de Outubro de 2024, onde canta experiências reais de sua vida.

DEBUT ALBUM
MADALENA é um álbum musical e visual, Pop Alternativo, Experimental Psicodélico e Cinematográfico. Amplamente versátil musicalmente que conta uma jornada, emocional, mental e social, da personagem “MADALENA” a qual Luna Di criou pra expressar através de suas letras e do seu canto único, as suas vivências reais dentro uma sociedade doentia e seletiva ao ódio voltado para as mulheres que expressam a potencialidade de cometer/realizar algo além dos valores estabelecidos, e como essa experiência se relaciona com a psicodelia, o autoconhecimento, a consciência da consciência, a descoberta do ego, o mistério das dimensões espirituais, a paixão pelo não saber, o tesão de viver e o Romance, que deixa tudo mais mágico.
A versatilidade musical do disco é palpável pela própria experiência de ouvi-lo do início ao fim, trazendo desde um simples piano e voz orquestrado melancólico e frio, a um ritmo dançante típico do Norte do Brasil conhecido como “Carimbó” , E quando se trata de imagem & áudio-visual, também não é diferente, Luna brinca entre as dimensões de estéticas, como se nos fizesse mergulhar em sua mente caótica e cheia de referências que vivem no seu coração e colaboraram para a formação do seu cérebro e da sua expressão artística desde a sua infância.
Universo de MADALENA
Nessa criação, Luna Di nos imerge em universos paralelos da sua existência através de seus "Alter-Egos" onde a personagem Madalena e todas as suas representações astrais, existem, se encaixam e se adaptam em qualquer contexto que estejam de forma cinematográfica, tanto em cenários sonhadores e distópicos, quanto em cenários reais e cotidianos, como se realmente retratasse a sua vida e a sua mente funcionando paralelamente.
É possível captar em seu trabalho referências burlescas, circenses, rococó ( movimento artístico surgido no século XVIII, 1700 na França, na transição para o neoclassicismo, caracterizado pela frivolidade e ornamentação.) o Sagrado Profano, a subcultura gótica, o Drag, o Folclore, periferia e brasilidades, não existe rótulos pra ela quando se trata de mostrar tudo oque vê beleza.
Pra quem vê de fora pode ser confuso e até sem sentido a forma como ela mistura tanta informação e ambientes, mas é justamente essa sua proposta que traz tanta personalidade , mostrar como sua cabeça criativa e neuro-atípica funciona em sua naturalidade, uma onda de informações, cores, nomes, símbolos e sensações por segundo que vêem pro plano 3D e viram suas obras de arte.

“Pra mim tudo é apreciável, eu sou o tipo de pessoa que você vai ver no rock, na roda de samba, no baile de forró, em festivais de bandas alternativas, na batalha de rima, e até na igreja pra apreciar música, porque acho bonita toda e qualquer forma expressão de vida, e tudo que eu vejo beleza eu transformo em arte, e minha arte não existiria da forma que é se eu não vivesse de forma tão intensa todas as experiências que posso viver enquanto estou viva, a minha arte é nutrida pelas coisas reais que eu vivo, se eu deixo de viver , a arte morre.”